Confira algumas dicas para saber valorizar o seu carro usado no momento da venda.

Chegou a hora vender ou trocar seu automóvel usado e você começa a se perguntar o que fazer para que seu veículo seja valorizado. Para falar a verdade, a valorização do seu veículo precisa começar pelo proprietário no ato da aquisição. Em outras palavras, você precisa cuidar bem do carro desde o momento que ele passar a ser seu. Um automóvel bem cuidado é um automóvel valorizado.

É verdade que, para o proprietário, o valor de um carro será sempre muito maior do que de fato é. Isso acontece porque valores emocionais são agregados ao valor de qualquer produto que esteja sob posse do dono por muito tempo. No caso de veículos, podem ser anos. No entanto, o comprador nunca verá seu produto com os mesmos olhos que você. Por isso, separamos algumas dicas que vão ajudá-lo a dar real valor ao seu queridinho na hora desapegar.

Você precisa vender aquilo que você compraria

Na hora de vender o seu carro usado, você precisa sair do status de proprietário e se colocar no lugar de comprador. Dessa forma, ficará mais fácil perceber quais os atributos um bom carro usado precisa ter. Outro aspecto a ser observado é o valor de mercado do veículo. Para isso, o proprietário precisa fazer uma busca, na internet e em concessionárias, para saber qual o preço médio pelo qual outros veículos de mesma marca e ano estão sendo comercializados.

Um erro muito comum de quem quer vender um usado é investir em acessórios caros e querer cobrar um valor muito acima do preço médio. Entenda que o comprador levará em conta características como ar-condicionado e mecânica, por exemplo. Som turbinado e rodas caras podem não ser atrativos para a maioria dos compradores, e por isso, não servirão como justificativa para a elevação exorbitante do preço final do veículo. Guarde os comprovantes de peças que tenha comprado ou manutenção que tenha feito. Elas servirão como garantia e deixarão o comprador mais seguro de que está fazendo um bom negócio.

Limpeza interna

Pode parecer um pouco óbvio, mas acredite, nem tanto. A internet está cheia de anúncios de pessoas que tentam vender um carro, mas não se atentam para um item básico que é a higiene. Isso desvaloriza muito o automóvel, e provavelmente o comprador vai prestar mais atenção na sujeira do que nas qualidades do veículo.

Além disso, um carro empoeirado e sujo passa a impressão de que ele é mais velho do que realmente é. Por isso, mantenha seu carro sempre limpo, seja na hora de apresentar ao comprador, levar à concessionária de usados para avaliação ou tirar fotos para anúncios particulares.

Peças e equipamentos

Entenda, peças e equipamentos originais serão sempre mais valorizados. Não importa o quanto você tenha pagado por outros itens que você tenha adquirido para o veículo, os originais são sempre mais bem vistos. Deixe pequenos reparos por conta do comprador e dê atenção às coisas que realmente importam. A mecânica, por exemplo, é o coração do veículo. Ela precisa estar em perfeitas condições.

Documentação em dia

Se o seu veículo estiver com a vistoria atrasada ou possuir multas, saiba que isso fará com que o preço de mercado caia drasticamente. Isso porque o comprador, além de avaliar o valor que terá de desembolsar para acertar a documentação e pagar as multas, ainda levará em consideração o tempo que terá de perder com burocracia.

Outras recomendações

Guarde com carinho o manual e a chave reserva. Estes são pequenos itens, mas são de muita importância. Não pinte apenas pequenas partes no veículo para cobrir arranhões e imperfeições. Se não puder manter a pintura original, opte por pintar todo o veículo de uma só vez. Invista em uma boa propaganda, mas fale sempre a verdade. Diga ao comprador as qualidades, mas informe também se há algo a ser feito no veículo. Seguindo essas dicas, seu carro será muito bem valorizado.

Boa venda!

Por Nanny Cunha

Carro usado para vender


Veja os modelos de carro que podem ser vendidos com valores reais da tabela Fipe.

Todas as pessoas que possuem carros, em algum momento da podem precisar ou querer vender o mesmo. Quando isso acontece, surgem muitas preocupações, e a principal delas é conseguir vender o carro pelo valor justo. E para isso temos como referência a tabela Fipe. Porém, nem todos os modelos de carros podem ser vendidos se baseando nessa tabela.

Como funciona o valor se baseando na tabela Fipe?

Precisamos ressaltar que a maioria das pessoas que querem vender o seu carro, não valorizam o valor real dele. É claro que muitos fatores ajudam a determinar o valor correto e justo, fazendo assim uma ponte justa entre vendedor e cliente. Mas, a maioria das pessoas pensa que diminuir muito o valor do carro, é uma ótima técnica para que não se perca a venda. Isso na verdade é um grande erro. Antes de determinar ao valor de venda do carro, é preciso fazer uma avaliação geral dele. Essa avaliação começa na parte mecânica, vai para parte interna, externa e documentação do carro. Se tudo estiver ok, você só precisa avaliar o valor dele pela tabela Fipe.

Veja abaixo as marcas que são vendidas mais facilmente pela tabela Fipe:

As marcas que são mais valorizadas pela tabela Fipe são: Honda, Nissan e Volkswagen. Os carros dessa marca costumam ser vendidos mais facilmente e com o valor bem próximo a tabela Fipe. Isso quer dizer que o dono do carro dificilmente terá prejuízo com a venda dele. É claro que as condições do veículo precisam estar boas para que isso realmente seja possível.

Como avaliar se seu carro realmente está sendo vendido por um preço justo?

De acordo com Marcos Leite, VP do site OLX, a média de tempo para um carro ser vendido no site é de no máximo 30 dias, e que 80% dos carros são vendidos nessa média de tempo. E 14% dos carros são vendidos em até 4 dias. Caso o carro anunciado passe muito desse tempo, é preciso avaliar se o valor não está alto demais e ver se realmente ele está se encaixando dentro da tabela Fipe.

Como é feito o estudo para chegar tabela Fipe?

Foi feito um estudo que considerou o preço médio de venda de 20.372 carros no site da OLX no mês de julho. Esse estudo avaliou o valor de 220 opções de 76 modelos de carros, e estabeleceu apenas as versões que tiveram venda maior de 30 unidades. E no final a pesquisa fez uma comparação com os valores da tabela Fipe.

Veja abaixo os carros que são mais valorizados na hora da venda se baseando na tabela Fipe:

Honda Civic

A versão Sedan SE 1.8 Flex 16V automático tem a diferença de preço de 4,28%, se avaliarmos o valor pelo site da OLX e a tabela Fipe. O valor de venda no site da OLX é de R$ 39.113,71 e pela tabela Fipe é de R$ 36.987,00.

Fiat Mobi

A versão Easy 1.0 Fire Flex 5P tem a diferença de preço de 1,58% se avaliarmos o valor pelo site da OLX e a tabela Fipe. O valor de venda pelo site OLX é de R$ 28.381.60 e pela tabela Fipe é de R$ 27.941,00.

Chevrolet Corsa

Com a versão Hatch Maxx 1.4 8V EconoFlex 5P tem a diferença de valor de 1,20% comparando o valor pelo site da OLX e a tabela Fipe. O valor de venda do site OLX é de R$ 22.468,99 e pela tabela Fipe é de R$ 22.202,00.

Esses são apenas 3 exemplos de modelos de carros que podem ser vendidos por um preço justo. Não é necessário diminuir ou aumentar o valor. E dessa forma as chances de vender seu carro mais rapidamente vai aumentar muito!

Por Cristiane Amaral

Honda Civic


Foi registrada queda de 21,58% nas vendas de carros no mês de julho de 2015 se comparado ao mesmo período de 2014.

As vendas de carros no Brasil tiveram queda de 21,58% no mês de julho, se comparado a dados de 2014, de acordo com informações da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores).  A entidade classifica o índice como o pior para as montadoras desde julho de 2007. Vale ressaltar que no ano de 2015, o mercado de automóveis registrou venda de 1,5 milhão de carros. Esses índices, segundo a instituição, significam uma redução de 21%, quando se compara com os indicativos de 2014.  É possível consultar os índices econômicos do setor no portal da Fenabrave.

Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Automotores) avalia que os números apresentados têm ligação direta com a crise financeira. “O país passa por um cenário de baixa confiança dos investidores e consumidores, restrição ao crédito e expectativa pela conclusão dos ajustes na economia. Porém, acreditamos que os anúncios de algumas medidas, como o Plano Nacional de Exportações e o Plano Safra, são parte de uma agenda positiva”.

De certa forma, alguns setores esperam que o mês de agosto apresente melhores índices, como afirma Octávio Vallejo, presidente do Sincodiv-SP (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de São Paulo), em entrevista ao jornal “O Diário do Grande ABC”.  Vallejo também menciona na reportagem que os bancos e instituições financeiras estão ainda mais exigentes quanto às aprovações de financiamento, o que dificulta as vendas.  Ele destaca que na região do ABC, cerca de dez concessionárias foram fechadas.

Os carros mais vendidos:

Embora julho tenha registrado queda nas vendas, se comparado aos outros meses de 2015, houve aumento de 6,9%, relacionado aos emplacamentos até agora. Entre os carros mais vendidos está o Palio, que mantém a liderança desde o ano passado, segundo informações do site do “Quatro Rodas”. Foram cerca de 11.312 unidades vendidas até o mês de julho. O Chevrolet Onix obteve mais de 10.726 emplacamentos, de acordo com a publicação.

Por Letícia Veloso

Comprar carros

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Número de emplacamentos em maio caiu 27,5%, registrando 212.713 unidades de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões emplacados.

Como era de se esperar, o fraco desempenho da economia brasileira está afetando diretamente a indústria automotiva no país. De acordo com dados da Fenabrave, associação das concessionárias, o número de emplacamentos de veículos caiu 27,5% no mês de maio, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo a associação, foram 212.713 unidades de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões emplacados. No mesmo período de 2014 este número foi de 293.344 veículos.  

Ao comparar com o mês anterior, abril deste ano, a queda foi significativamente menor, de 3%. No período, 219.371 veículos foram emplacados. Nos cinco primeiros meses de 2015 foram vendidos 1.106.476 veículos, contra 1.399.280 do mesmo período de 2014. Sendo assim, a queda é de 20,9%.   

No segmento de automóveis e comerciais leves, que representam a maior parcela do mercado, houve uma queda considerável de 26,2%, comparado a maio do ano passado (204.978 unidades contra 277.886).

O modelo líder no acumulado do ano é o Palio, da Fiat. Ele foi o único automóvel a conseguir superar a marca de 10 mil unidades emplacadas no mês. De acordo com a Fenabrave, foram vendidas 10.469 unidades. Na segunda posição aparece o HB20, com 8.848 unidades, seguido do Ford Ka, com 8.348 unidades vendidas.   

Já no segmento de caminhões e ônibus, o desempenho não foi nada animador. A queda foi ainda mais acentuada, registrando apenas 7.735 unidades vendidas em maio deste ano. Tal número representa uma queda de 50% comparado a maio de 2014, período que registrou 15.458 emplacamentos. Em relação ao acumulado, o segmento obteve uma queda de 38,8%.   

A queda entre as motos foi de 16,8%. Em maio deste ano foram emplacadas 105.472 unidades, enquanto que no ano passado o número foi de 126.704. Comparado a abril, mês que obteve 108.155 unidades emplacadas, o segmento registrou uma retração de 2,5%.  

O desempenho do mercado automotivo em 2015 deverá seguir em ritmo de retração, devido à crise financeira e à diminuição do crédito para aquisição de novos veículos.

Por William Nascimento

Venda carros

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A ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) divulgou na última quinta-feira, dia 5 de fevereiro de 2015, que no mês de janeiro de 2015, as vendas de automóveis, caminhões e ônibus caíram 18,8% em relação ao mesmo período de 2014 e 31,4% em comparação a dezembro do ano de 2014. Foram emplacadas no mês de janeiro de 2015 apenas 253.803 unidades em todo o país, um número muito inferior às expectativas.

Considerando-se automóveis e carros comerciais leves, as vendas de janeiro totalizaram-se em 244.253 unidades, ou seja, 18,6% de retrocesso em relação a janeiro de 2014 e 31% de queda em relação a dezembro deste mesmo ano. De forma mais específica, foram vendidos em janeiro 206.112 automóveis e 38.141 carros comerciais leves.

Já as vendas de caminhões atingiram apenas 7.675 unidades no mês de janeiro, isto é, 28,8% a menos que o mês de janeiro de 2014 e 44% a menos em relação a dezembro de 2014. Por fim, foram vendidas 1.875 unidade de ônibus no primeiro mês do corrente ano, que representa uma queda de 8,1% em relação a janeiro de 2014 e de 19%, se comparado a dezembro de 2014.

Como podemos observar, o setor automotivo tem vivido tempos difíceis, em especial nos últimos meses. Apesar dos incentivos do Governo Federal nos últimos anos para manter aquecido o comércio automobilístico, ao criar políticas de desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as vendas continuam caindo. A intenção do Governo Federal com estas políticas através de acordos de não demissão com as montadoras é incentivar o consumo e, consequentemente, garantir os níveis de emprego.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira decresceu 3,2% em 2014 e o setor automobilístico é um dos principais representantes desta estatística geral, uma vez que somente este setor sofreu queda de 16,8% no referido ano. Em razão disso, segundo a ANFAVEA, 2014 teve uma queda de 8,9% de empregos na indústria automobilística do país. Em números reais, a ANFAVEA anunciou que o setor fechou o ano de 2013 com 158.733 postos de empregos e encerrou 2014 com 144.623, o que representa a demissão de 14.110 pessoas.

Por Allan Carlos Marques

Vendas de carros

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A Europa é uma das regiões do mundo que possui grande demanda para a compra de carros novos. Este ano, análises revelam que as vendas de veículos 0km tiveram considerável crescimento.

Os países detentores dos maiores números de vendas de automóveis da Europa, como a Alemanha, França e Reino Unido, que são considerados os principais mercados da região, durante o mês de setembro registraram uma grande demanda por veículos novos.

A Associação Europeia de Montadoras (ACEA) calculou um aumento de 6,1% das vendas de carros durante o último mês.

Ano passado, 1.196 milhão carros foram emplacados em toda a União Europeia e Associação Europeia de Livre Comércio, contra 1.269 milhão emplacamentos deste ano. Estes dados refletem o crescimento do mercado de carros na Europa, que, após passar por uma crise no ano passado, vem se recuperando nos últimos meses, apesar da pouca confiança por parte de países como a Rússia.

A Alemanha é o berço das famosas montadoras de veículos Volkswagen, Daimler e BMW, e foi neste país que as vendas cresceram 5,2%, com um registro de 260.062 veículos vendidos. Já o Reino Unido teve aumento de 5,6% de suas vendas, seguido de 6,3% da França.

Os países que contaram com medidas mais rígidas durante a baixa do volume de vendas calculadas anteriormente, tiveram um crescimento de quase 30%, sendo alguns destes a Espanha, Grécia e Portugal.

Percebe-se nestes países um aumento da demanda por marcas de grande volume. A Volkswagen, por exemplo, teve suas vendas acrescidas de 7,5% do valor total anterior; a Ford apresentou aumento de 6,5%; e a divisão Opel da General Motors vendeu 6,2%  a mais do que antes.

De acordo a ACEA, o mês de setembro do ano passado contou com o cálculo de 9,367 milhões de vendas. Este ano, o mesmo período registrou um aumento de 5,8% nas vendas de carro em toda a Europa, subindo a média de 9,367 milhão, para 9,91 milhão de veículos.

Por Bruna Pereira

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A Fenabrave divulgou os números das vendas da categoria SUVs grandes (Classe III) no Brasil. Seguindo a queda do setor automobilístico, a Classe III foi responsável por emplacar 2.525 veículos, caindo 13,82% em relação ao ano passado e recuando 19,94% na comparação com o mês de maio, onde foi registrado a venda de 3.154 unidades.

Mantendo a primeira colocação com uma boa diferença e representando 39,17% do mercado, a Toyota Hilux SW4 emplacou 989 unidades no mês de junho, mais do que a soma do segundo e terceiro colocado. Com baixa de 20,11% em relação a maio e uma queda de 12,86% na variação 2013/2014, o SUV da Toyota ficou 497 unidades a frente do segundo colocado.

Em segundo lugar e apresentando uma alta de 103,31% em relação ao ano passado, o Mitsubishi Outlander emplacou 492 unidades, mantendo a segunda colocação do segmento, com 148 unidades à frente do Hyundai Santa Fé, terceiro colocado. O SUV da Hyundai comercializou 344 e foi o único modelo que apresentou alta na variação maio/junho (+4,24%) e na variação 2013/2014 (+6,83%).

Fechando o top cinco do segmento, o Kia Sorento garantiu o quarto lugar com 180 unidades vendidas, com apenas 5 veículos de diferença do Chevrolet Trail Blazer, que emplacou 175 modelos. Ambos com quedas em relação ao ano passado, enquanto o Sorento teve queda de 53,85%, o Trail Blazer registrou baixa de 48,68%.

Em sexto lugar, o Dodge Journey registrou alta de 243.5% quando comparado ao ano passado, sendo a maior alta do segmento. Com 158 unidades emplacadas em junho, o Journey ganhou a sexta posição do Jeep Cherokee (7º), que sofreu uma queda de 38,36% em relação ao mês de maio e teve 143 veículos emplacados.

Fechando os dez veículos mais vendidos no mês de junho estão o Dodge Durango (8º) com 33 unidades comercializadas, Ssangyoung Kyron (9º) com 7 veículos vendidos e Kia Mohave (10º) com 3 unidades emplacadas.

Por Caio Polo

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Com a produção encerrada no final de dezembro de 2013 modelos como o Volkswagen Gol G4 (geração antiga), Fiat Mille, Ford Ka, Kombi e Golf (geração antiga) ainda podem ser encontrados em algumas concessionárias. Como resultado do “fora de linha” o preço sofreu uma queda relativa. Alguns dos descontos praticados pelas lojas podem chegar ao valor de R$ 4.000.

As últimas unidades do Mille foram produzidas na unidade da Fiat em Betim, Minas Gerais, no mês de dezembro. Como até então não atendia as novas normas estabelecidas para o mercado que exige a obrigatoriedade de freios ABS e airbags, o modelo deixou de ser fabricado depois de trinta anos no mercado. Na maior parte das concessionárias que ainda tem o modelo no estoque é possível encontrar sua versão de despedida, a Grazie Mille (mais cara). Apesar de muitas lojas informarem que iriam cobrar o valor de R$ 31.200, que é o preço de tabela, em diversos Estados havia concessionárias já dando desconto como, por exemplo, em Brasília, Manaus e São Paulo.

Com relação ao Ford Ka, em algumas das concessionárias que ainda contavam com o modelo que saiu de produção os descontos estavam geralmente para as unidades mais completas. Em São Paulo  ainda era possível encontrar com o Ka com todos os opcionais pelo valor de R$ 27.000 e já com a pintura metálica. A título de curiosidade esse valor está cerca de R$ 1.900 abaixo da tabela.

Já o Gol G4 que também não atendia as novas normas de segurança além de sair de produção teve sua “aposentadoria” impulsionada devido ao lançamento de seu substituto, o Up! que deve chegar às revendedoras até o fim do mês.

No caso do Gol o menor desconto encontrado nas concessionárias que ainda dispunham do modelo foi de R$ 2.550 e o maior de R$ 3.060. De acordo com a tabela da Volkswagen o G4 custa R$ 26.050 de duas portas. Já o de 4 portas fica por R$ 28.130.

Muita gente tem encarado a redução de preço como uma boa oportunidade para adquirir um carro novo. Entretanto, o preço cobrado pela segurança maior também tem atraído muitos consumidores já que em muitos casos são tidos como “relativamente em conta”.

Volks Gol G4


A operadora do Sistema Nacional de Gravames (SNG), a Cetip, que reúne dados em um cadastro de restrições financeiras de veículos, divulgou nesta terça-feira (18) a base integrada de informações revelando a situação de financiamentos no mês de janeiro.

De acordo com o relatório da Cetip, no mês passado foram financiados 439.122 automóveis e comerciais leves. Os dados apontam que houve uma queda de aproximadamente 12% se comparados com o mês de dezembro de 2013, que foram registrados 493.685 financiamentos. Os números assustam, mas se a comparação for feita com o mês de janeiro do ano passado, quando cerca de 450 mil veículos e comerciais leves foram financiados, a queda para 2,25% de diferença dá um pouco mais de alívio aos dados do mercado automobilístico.

As vendas financiadas de automóveis e comerciais leves usados teve uma ligeira queda de 0,4% e chegaram em 264 mil unidades comercializadas. O mesmo não aconteceu com os financiamentos novos, que atingiram 175 mil unidades, o que significa 40% do total no mês passado, queda de quase 31% em conferição com o mês anterior.

Mesmo com os dados indicando pessimismo no setor de financiamento de carros, tanto para o segmento de veículos novos, quanto no de usados, o Crédito Direto ao Consumidor, conhecido como CDC, se manteve como a forma preferida para a concessão de crédito para a aquisição de veículos e comerciais leves. Os dados são 88,8% para veículos novos e 92,8% dos casos de investimento para os usados.

Além dos dados para conferir como anda o mercado de financiamento de automóveis, também foi analisado o perfil desses financiamentos. O chamado ticket médio (valor médio que é gasto por cada consumidor) do segmento teve um leve aumento de R$ 23,6 mil em janeiro de 2013 para R$ 24 mil em janeiro de 2014. Já o prazo médio de financiamento, incluído na pesquisa, se manteve em 41 meses.


Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (6 de janeiro) pela Anfavea, a indústria brasileira de veículos teve alta de 2,9% na produção em janeiro sobre o mês de dezembro. A associação divulgou ainda que houve uma queda de 11,7% nas vendas na mesma comparação.

As informações divulgadas dizem que a produção somou 237,5 mil veículos. Com isso há queda de 18,7% sobre o volume recorde para o mês definido em janeiro do ano passado.

Com o crescimento de 0,4% sobre o dado de um mês atrás, que também havia sido o maior para o mês, as vendas foram de 312,6 mil unidades.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o segmento de automóveis e comerciais leves teve queda de 20% na produção em janeiro.

Já as estatísticas para os caminhões apontam alta de 9,3% e ônibus um recuo de 16,8%.

No início desta semana algumas fontes do setor afirmaram que no mês de janeiro as vendas haviam sido impulsionadas pelo estoque de veículos produzidos sob o benefício de desconto do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que no início do ano foi elevado novamente pelo governo.

No ano passado, o setor fechou com 352,4 mil veículos em estoque.

Os carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, tiveram as exportações somadas em 25,78 mil unidades em janeiro. As vendas externas de veículos somaram, em termos financeiros, 673 milhões de dólares, este valor reduz em 18% o valor faturado em janeiro de 2013.

Já a exportação de veículos brasileiros, incluindo as máquinas agrícolas, caiu em 13% no mês de janeiro.

A montadora italiana Fiat fechou o mês de janeiro com 63.049 automóveis e comerciais leves vendidos. Já a Volkswagen apurou licenciamentos de 56.133 unidades e a GM fechou o mês com 53.033 emplacamentos.

Já com os caminhões, a MAN (do grupo Volkswagen) liderou as vendas com 2.847 unidades.

Por Ageu da Rocha


Se por um lado o mercado de veículos do Brasil não está nem um pouco otimista com as vendas para 2014 e acredita que a economia do País irá ditar as regras para a movimentação dos negócios, por outro a produção cresce a cada momento. E as perspectivas são as maiores quando a pauta é o que haverá de novo nas concessionárias e nas ruas. Para se ter uma ideia, pelo menos 50 lançamentos estão sendo esperados até dezembro.

O segmento conhecido como Premium deve ter a maior movimentação nesse sentido. Já entre os nacionais, destaques para o Volkswagen Up!, que substituirá o Gol, além de modelos como Honda Fit, Toyota Corolla e Ford Ka.

O A3 Sedan é a novidade da Audi e estará no mercado já em janeiro. Chega com motor 1.8 de 180 cv e porta-malas de 425 litros. No entanto, o modelo vem na condição de importado e levará dois anos com produção gradativa até tornar-se nacional. Em 2015 passará a ser fabricado em São José dos Pinhais (PR).

O Ford Ka irá receber um novo conceito ainda este ano. O visual será bem parecido com o New Fiesta (embora a traseira lembre mais um Gol) e o hatch servirá como um movimento a mais pela globalização dos modelos da Ford.

O Up! chega ainda no primeiro semestre para tornar-se o carro de entrada da Volkswagen. O modelo substitui a última geração do Gol e a perspectiva da montadora alemã é de que as vendas sejam tão expressivas quanto às do modelo líder de vendas no mercado nacional há 27 anos.

Montadoras como a Fiat e a JAC Motors não devem apresentar grandes novidades durante o ano. Já o Grand Jeep Cherokee chegará ao mercado em breve, enquanto a Kia dará início à importação do Novo Soul. Enquanto isso, a Honda apresentará o Civic Si, que voltará ao mercado no formato coupé.

Por Chris Lino

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O Ibope Inteligência realizou no Brasil uma pesquisa por meio da Pyxis Consumo, uma ferramenta que analisa o dimensionamento de mercado. De acordo com dos dados levantados, a previsão é de que os brasileiros gastem até o fim de 2013 algo em torno dos R$ 277 bilhões para  a compra de veículos (modelos novos e usados), serviços, acessórios, peças, combustível e manutenção. Em termos comparativos, esse valor é cerca de 6% maior do que o que foi gasto no ano passado.

Ainda de acordo com as informações levantadas pela Pyxis Consumo, em média cada cidadão brasileiro deverá gastar R$ 1.691,70 durante o ano. Desse total, R$ 1.048,33 serão direcionados para a aquisição de novos veículos, R$ 216,97 serão para serviços relacionados à manutenção e R$ 426,40 serão com combustível.

Uma olhada mais atenta nos dados revela que a classe que detém o maior potencial de consumo é de famílias de classe B. Esse setor deverá tirar do bolso R$ 143 bilhões. Do consumo total, esses números representam 52%. Na sequência, com um gasto previsto em R$ 66 bilhões, estão as famílias de classe C.

Já a região onde foi identificado o maior grau de consumo é a Sudeste, como era de se esperar. O coração do país concentra 51% do potencial de consumo nacional, que é de R$ 142 bilhões. Em relação ao ano de 2012, houve um aumento de 6%. Nessa comparação a classe B continua liderando com uma porcentagem de consumo que chega a 55%, o que totaliza R$ 78 bilhões. Em seguida vem a classe C e A, com 22% cada (R$30 bilhões).

A região do Brasil que ocupa a segunda posição no potencial de consumo é a região Sul, com um gasto estimado em R$ 31 bilhões. A classe B também é a responsável pela maior parte do consumo nessa região, com 51% do potencial consumista. Os desembolsos feitos pela classe B na região deverão fechar o ano totalizando R$ 27 bilhões.

Em último lugar na lista está a região Norte, onde o potencial de consumo não ultrapassa a representatividade de 5%. Em termos financeiros isso representa apenas R$ 14 bilhões na escala nacional.

Por Denisson Soares


A Volkswagen informou recentemente que a companhia obteve um aumento de 20% em relação ao lucro operacional do terceiro trimestre deste ano. De acordo com as informações da companhia, essa “subida” nos lucros se deu devido às vendas dos modelos de luxo Porsche e Audi, que tiveram até mesmo marcas recordes. De quebra, a montadora ainda conseguiu com isso se manter no caminho certo para atingir as metas estabelecidas para este ano.

O maior grupo automotivo do continente europeu teve seu lucro operacional alavancado para 2,78 bilhões de euros (US$ 3,8 bilhões). Para uma melhor comparação, vale lembrar que um ano antes esse lucro foi de 2,32 bilhões de euros. A empresa parece estar na linha certa do mercado, já que esses números estão de acordo com as estimativas apresentadas por 14 analistas por meio de uma pesquisa da Reuters.

A Volkswagen voltou ainda a reafirmar que não se esqueceu da meta de atingir o recorde de lucro operacional que foi registrado no ano passado, sendo que este foi de 11,5 bilhões de dólares. A companhia também não abandonou o objetivo de elevar as vendas e entregas para níveis recordes ainda antes do fim deste ano. Mesmo sendo otimista, a Volkswagen não apenas sabe, mas disse estar consciente de que tais metas são "muito ambiciosa dada a forte dificuldade do ambiente econômico".

A companhia tem voltado suas atenções em dois pontos fundamentais para empresa no momento, que são a disciplina de custos e o gerenciamento de investimentos. Isso, de acordo com os comentários feitos pelo vice-presidente financeiro da empresa, Hans Dieter Poetsch.

Poetsch acrescenta ainda que nesse momento "Isso é particularmente importante, dado que o ambiente econômico não deve melhorar no curto prazo".

Porém, de acordo com alguns analistas do setor, a nova plataforma de veículos “MQB” que foi desenvolvida pela auxiliar no corte de custos e no aceleramento da linha de montagem de veículos, deverá ainda continuar pesando sobre o lucro da companhia. Consequentemente, as reduções de custos poderão ficar bem abaixo das metas apresentadas pela empresa.

Por Denisson Soares


Os emplacamentos de comerciais leves e automóveis totalizaram o surpreendente número de 300.614 veículos vendidos apenas no mês de maio, período em que foi verificado um aumento de 9,58% em referência ao mesmo mês no ano de 2012, em que foram vendidas 274.334 unidades. As informações são da Federação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave), em seu relatório que é publicado todo mês.

Entre os modelos principais, o líder continua sendo o Volkswagen Gol, carro que totalizou 19.955 vendas em maio. As outras posições ficaram com os seguintes veículos:

  • 2º lugar: Fiat Uno, com 18.352 carros emplacados.
  • 3º lugar: Fiat Palio, com 15.474 unidades comercializadas.
  • 4º lugar: Ford Fiesta (versões New Fiesta e Fiesta Rocam), com 11.395 unidades vendidas.
  • 5º lugar: Fiat Strada, com 11.083 unidades vendidas.

Atualmente, a GM é montadora vice-líder em vendas. A Fiat, no entanto, é a líder de mercado com participação de 22,57%, comercializando 67.846 carros no mês de maio, total que inclui veículos e também os comerciais leves. A novidade foi a respeito da GM, que superou a Volks e emplacou 53.815 unidades (17,90%), sendo que a VW emplacou 53.440 (17,78%).

Por Marcelo Araújo


O mês de fevereiro apresentou uma baixa nas vendagens do setor automotor brasileiro em comparação com o mês de janeiro. Mesmo com os incentivos fiscais que fizeram de 2012 um ano recorde em vendas, o segundo mês de 2013 não seguiu a regularidade apresentada em janeiro. Com isso, muitas empresas foram afetadas e uma delas é a Volkswagen.

Apesar do número de vendagens da Volkswagen ter subido 0,4% no mês de fevereiro em relação a janeiro, este foi considerado o menor ganho dentro de treze meses, como informou a montadora de origem alemã. Os embarques da empresa totalizaram 401.400 unidades no mês de janeiro, contra 399.700 verificados no mesmo mês do ano passado. Segundo a fabricante, "essa é a menor alta em muito tempo".

Apesar disso, as comercializações da empresa subiram 9,1% nos 2 primeiros meses de 2013, totalizando 893.400 unidades comercializadas.

O total de vendas referente ao grupo completo, com a inclusão das marcas de luxo Skoda e Audi, pode sair até o final da semana. De acordo com o diretor de vendas da empresa, “a competição está acirrada e a companhia não ficou imune a este processo”.

Por Marcelo Araújo


O mercado de automóveis no Brasil registrou momentos bons durante o ano de 2012. Mas esta situação não ocorreu para os veículos importados, pois o Super IPI – redução na cobrança do imposto – não foi aplicado para empresas que não possuem fábrica no Brasil.

Com isso, o mercado em 2012 significou a redução de investimentos, fechamento de lojas e mudança nas estratégias para o mercado brasileiro deste tipo de veículos.

O único benefício desta situação foi que algumas importadoras, como Chery, JAC e BMW começaram a construir fábricas no Brasil para se beneficiar das vantagens do sistema automotivo Inovar Auto.

A essas marcas outras empresas – como Volvo Audi, Suzuki, Land Rover, Changan e Haffei – já informaram que irão nacionalizar suas produções já que no futuro com o novo sistema automotivo presente no país será impossível se manter no mercado brasileiro apenas importando veículos.

Toda esta corrida para ter fábricas nacionais se justifica pelo fato de que com o Inovar Auto a montadora recebe um desconto de 30% no valor do IPI de 50% da previsão de produção de veículos no país com a fábrica já montada e funcionando em território nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


O novo McLaren P1 foi foi filmado enquanto andava nas ruas européias durante a realização de testes. De acordo com o vídeo que circula no site Youtube este veículo que promete ser o melhor tanto nas ruas quanto nas pistas de automobilismo possui um motor V8 biturbo 3.8 litros.

Além disso, tudo indica que o McLaren P1 terá o sistema KERS, utilizado no Mundial de Fórmula 1, que permite um aumento na potência do veículo que pode chegar a incríveis 963 cavalos de potência.

Fonte: Autoblog.com

 

Agora é preciso aguardar o anúncio oficial da montadora sobre o lançamento do veículo bem como os seus preços que, com certeza, serão bem salgados para o consumidor.

Por Ana Camila Neves Morais


A Citroen mostrou pela primeira vez, de forma oficial, fotos do seu novo veículo: o C4L.

Este seda irá entrar no lugar do C4 Pallas no mercado automotivo brasileiro tem como grande concorrente o Peugeot 408.

Com relação às suas características, este modelo possui um motor do tipo THP 1.6 litros com câmbio automático de seis marchas que alcança uma potência de até 163 cavalos.

No seu interior o carro vai contar com muito conforto com bancos revestidos em couro, ar-condicionado, painel de instrumentos com tela sensível ao toque e GPS integrado, porta-malas com até 440 litros de capacidade, sistema de entretenimento com som do tipo JBL, bluetooth, USB e outros.

Fonte: Carevos.com

 

Já em seu exterior, o Citroen C4L possui um visual bonito e mais esportivo com faróis de xenônio, controlador de velocidade, sensor de pressão dos pneus e câmera de ré.

Esta novidade começará a ser produzida na China no final do mês de dezembro, irá chegar ao Brasil para ser comercializado apenas a partir de julho de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Argentina acaba de ganhar o privilégio de ter a nova Ranger nas vitrines das concessionárias da Ford. Muito em breve a picape será distribuída pelo restante da América do Sul, mas, enquanto isso, somente os argentinos poderão admirá-la através dos vidros das lojas.

Segundo informações do site Argentina Autoblog, as quatro versões já estão sendo oferecidas em uma pré-venda.  Todos os modelos colocados à venda possuem cabine dupla e motor 3.2 TDCi, com o porte de 200 cv. Os interessados podem garantir sua picape Ranger a partir de 194.900 pesos, o que equivale a R$ 77.472, para versão XLT 3.2 TDCI 4×2. A com tração 4×4, mais pesada e própria para off-road, terá um valor de 223.700 pesos, ou seja, R$ 88.920. Outras versões como a Limited 3.2 TDCI 4×4, fica por volta de 254.400 pesos ou R$ 101.124, sendo que, com a adição da transmissão automática, o preço pode chegar a 264.700 pesos (R$ 105.218).

Ainda de acordo com as novidades do blog, as caminhonetes XLT e Limited possuem seis airbags de série, embora somente a Limited tenha equipamentos de tela sensível ao toque, com cinco polegadas e GPS incluído no console central.

A pré-venda teve início em 6 de fevereiro e as primeiras unidades adquiridas devem ser entregues no final do mês de maio.

Por Jéssica Monteiro 

Fonte: Quatro Rodas


O March, novo compacto da Nissan, foi lançado oficialmente no mercado brasileiro. O modelo, que é importado do México, chega custando a partir de R$ 27.790, e é a aposta da marca japonesa para entrar na briga pelo segmento de carros populares do país.

A versão básica tem sob o capô o motor 1.0 flex, de 16 válvulas, que entrega 74 cv de potência máxima e torque de 10 kgfm. De série, ele traz computador de bordo, duplo airbag, banco com ajuste de altura (para o motorista), rodas aro 14 e conta-giros. Acrescentando R$ 700, é possível adicionar desembaçador e limpador traseiro, e calotas, entre outros itens, que configuram a versão March 1.0 Plus.

A linha equipada com o bloco 1.0 tem ainda as versões March 1.0 Confort, com preço sugerido de R$ 31.990, e que acrescenta acessórios como direção elétrica e ar condicionado ao pacote anterior; e o March 1.0 S, adicionado de controles elétricos para o acionamento das travas, dos espelhos retrovisores e dos vidros, que custa R$ 33.390.

Completando a família, aparecem os modelos equipados com o motor 1.6 16V, também bicombustível, capaz de gerar até 111 cv de potência e 15,1 kgfm de torque. O March 1.6 S, com pacote de itens parecido ao do 1.0 S, sai por R$ 35.890, enquanto o March 1.6 SV, com alarme, som 2 DIN e rodas de alumínio aro 15, custa R$ 37.990. Já o March 1.6 SR, cheio de detalhes esportivos, será comercializado por R$ 39.900.

Por André Gonçalves


Chega ao Brasil o primeiro carro da Audi custando abaixo de R$ 100 mil. Com o valor de R$ 89.900, o A1 deverá representar 40% do faturamento da empresa no país. O carro chega para conquistar o público brasileiro com seu design progressivo, charme e personalidade esportiva.

O A1 possui faróis de xênon plus com ajuste automático e luzes diurnas em LED, tecnologia existente em modelos maiores da empresa; além de o mesmo estilo de iluminação estar presente nas portas, teto, na luz de leitura, pés e maquiagem.

Seu compartimento de bagagem é mais baixo para facilitar o carregamento e o descarregamento e comporta 267 litros. O Audi A1 pode conquistar também pelos itens customizados, como arco do teto com pintura contrastante e cores nas saídas de ar internas. Ele também oferece o sistema start-stop, para auxiliar na economia de combustível e redução na emissão de CO2.

O motor do A1 tem 122 cavalos e injeção direta de combustível, sua aceleração de 0 a 100 km/hora é feita em 8,9 segundos e chega até 203 km/hora. Ele é econômico e possui consumo médio de 18,8 km/litro; além de possuir tecnologia inteligente, ou seja, ele recupera a energia da frenagem para ativá-la quando o carro voltar a acelerar.

O A1 também vem equipado com airbags frontais, laterais e cortinas de proteção para a cabeça. Possui BLUETOOTH e o Audi Music Interface, que permite a conexão e reprodução de iPod e celulares.

Outras informações sobre o veículo podem ser encontradas no site www.audi.com.br.

Por Danielle Vieira


Quem sonhava em comprar um modelo da francesa Peugeot, mas não observava facilidades financeiras para isso, agora não tem do que se queixar. Modelos como o 207, o 307, o Hoggar e Partner Passeio neste mês de maio serão vendidos a preço de fábrica na promoção da Peugeot que é válida para todo o Brasil.

Por exemplo: o simpático 207 XR 1.4 vai custar neste mês R$ 31.539,37 em sua versão Hatch. Já na versão Passion vai sair a R$ 36.198,30. A funcional picape Hoggar custará R$ 29.870,34, também na configuração XR 1.4. O modelo 307 16V 1.6 Presence vai sair a R$ 46.211,06.

E para quem ainda não pode bancar seu sonho à vista, a montadora francesa também preparou condições especiais em financiamentos. Na modalidade de 12 meses a 24 meses, com 40% de entrada, a taxa de juros ficará em 1,29%. Nos prazos de 36 a 48 meses, com a mesma entrada, a taxa ficará na casa dos 1,35%.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carro Online


A comercialização de carros no ano passado foi extremamente positiva em muitos países, com destaque – por questões de proximidade – para o Brasil. Informações divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) em janeiro indicaram alta de 12,42% no volume de automóveis vendidos em 2010 em comparação a 2009.

A Kia Motors Corporation, que comercializa muitos modelos por aqui, anunciou seus números globais de carros de passageiros, veículos comerciais leves e veículos de lazer. No mês passado, assinala a fabricante, foram 216.219 unidades vendidas, ou seja, crescimento de 21,9% em comparação a fevereiro.

Em todas as regiões do globo terrestre foram registrados avanços. Na América do Norte, com mais de 49,5 mil unidades constatadas, a alta foi de 41,8% no período. A Coreia do Sul computou 46,1 mil unidades, incremento de 21,3%, dado acima do registrado na China, que apresentou salto de 17,9%, ou quase 34 mil unidades.

A Kia calcula que nas regiões da América do Sul e Central, mais Caribe, África, Oriente Médio, Pacífico e a Ásia (com exceção da Coreia do Sul e da China), a alta chegou a 17,4%, ou cerca de 41,2 mil unidades. Os números mais baixos em termos percentuais ficaram para a Europa, com avanço de 12,1%, ou aproximadamente 45,3 mil unidades.

No acumulado anual até março, as vendas globais da fabricante cresceram 20% em comparação ao período análogo de 2010 (565.355 unidades). O carro mais vendido no mercado exterior (que exclui a Coreia do Sul) no mês passado foi o Cerato, seguido pelo Sportage e o Rio. Na quarta colocação apareceu o Sorento, então comboiado pelo Soul.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


Fim de linha para o Mitsubishi Pajero Sport no Brasil. Pelo menos é o que estão dizendo diversos sites especializados, e os representantes de algumas concessionárias da montadora japonesa no país. Além da descontinuação da fabricação do utilitário esportivo na fábrica localizada em Catalão (Goiás), há informações de que as últimas unidades do modelo ainda encontradas nas revendedoras estariam sendo negociadas com descontos superiores a R$ 3.000. Por outro lado, a Mitsubishi não confirma o fim do Pajero Sport.

O modelo é oferecido em duas versões. Uma delas é a Pajero Sport Flex, com motor V6, de 24 válvulas, com injeção eletrônica multiponto, que atinge 200 cv de potência, com gasolina, ou 205 cv, movida a álcool. Vendida pelo preço sugerido de R$ 101.990, ela vem com rodas de liga leve aro 17, tração integral com caixa de redução, câmbio automático de 4 marchas, duplo airbag frontal, freios ABS e ar condicionado digital, dentre outros itens.

Já a versão Pajero Sport Diesel tem preço sugerido de R$ 114.990. O motor é o turbo SOHC de 8 válvulas, com bomba de injeção rotativa eletrônica e 150 cv de potência. A lista de itens é basicamente a mesma que a versão Flex.

Por André Gonçalves


O brasileiro tem investido e economizado dinheiro para comprar seu tão sonhado carro. Segundo informações da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), houve um aumento de 18,05% no número de emplacamentos de veículos realizados apenas no primeiro bimestre desse ano.

Em 2010, foram registradas 692.231 unidades, enquanto que em 2011, na mesma época, esse número foi para 817.190.

De acordo com Sergio Reze, presidente da Fenabrave, esse salto se deve à “manutenção de renda e emprego, oferta de crédito e boas perspectivas da economia”.

Fevereiro apresentou uma alta significativa de 11,08% em relação ao mês de janeiro de 2011, representando o melhor resultado até então já catalogado pela Fenabrave, sendo que a única resalva é para as motos, que teve o mês de fevereiro de 2008 com melhor êxito. Sérgio Reze aponta que fevereiro foi o mais positivo por conta do "efeito Rapel", em que as montadoras resolveram adiantar os emplacamentos para o último mês do ano e graças a isso, janeiro teve queda nas vendas.  

Por Andrea Gomes


Após certo atraso um dos carros mais populares da Fiat, o Uno enfim terá sua versão duas portas comercializada no mercado brasileiro. A montadora italiana confirmou que o novo modelo estará à venda a partir do final deste mês de Fevereiro em suas concessionárias.

O novo Fiat Uno duas portas vem com um desenho mais moderno. Suas linhas são equilibradamente compactas e transmitem a aparência de uma maior suavidade no desenho com uma frente mais despojada. Para um compacto urbano o design é jovial, leve e bastante agradável. O novo modelo será oferecido exatamente nas mesmas versões do Uno quatro portas atualmente vendidas, que são: Way 1.0 e 1.4, Attractive 1.4, Sporting 1.4 e Vivace 1.0.

Seu preço inicial no modelo Vivace 1.0 Flex duas portas parte de R$ 26.490. O modelo Way 1.0 também Flex nesta nova versão sairá a R$ 27.670. A versão Attractive 1.4 Flex com duas portas custa a partir de R$ 29.840. Já o modelo nesta nova versão da configuração Way com motorização 1.4 Flex tem seu preço partindo de R$ 30.650 e finalmente a versão Sporting 1.4 Flex duas portas custa R$ 32.170.

A expectativa da montadora é que o modelo duas portas tenha o mesmo sucesso que o Uno tradicional. O que deverá ocorrer principalmente porque em função do atraso formou-se uma fila de espera que segundo a fabricante chegou a 20 mil veículos. 

Por Mauro Câmara

Fonte: Auto Esporte


Elegante no desenho e cheio de classe no estilo, como é hábito dos modelos  da Peugeot, o novo sedã 408 teve confirmado para os últimos quinze dias do próximo mês de Março o início de suas vendas no Brasil e também os valores que serão praticados para sua aquisição. E reside justamente neste item um diferencial da marca para aumentar suas vendas neste segmento de automóveis.

Mais barato que seus concorrentes diretos, o 408 tem seu preço mais baixo na versão Allure com câmbio manual partindo de R$ 59.500. Valor abaixo do atual líder da categoria, o Toyota Corolla. Mas a montadora não quer proporcionar apenas um preço mais competitivo, quer também oferecer itens que sejam diferenciais e que pesarão a favor do seu modelo, entre os quais estão: maior conforto e espaço interno, e maior capacidade no porta-malas com 526 litros, além de equipamentos de série interessantes como freios ABS e ESP.

Quanto à motorização o propulsor será um 2.0 Litros versão flex 16V, que pode gerar 151 Cv de potência quando movido a etanol e poderá agregar tanto uma transmissão automática de cinco velocidades quanto vir na configuração de câmbio automático AT8.

Para os últimos seis meses deste ano a montadora prevê que a versão top de linha já estará equipada com um motor 1.6 Litros turbo high pressure, que em conjunto com um câmbio sequencial de seis marchas poderá atingir até 165 Cv de potência. Dividido em três versões o novo 408, como já dito, parte de R$ 59.500 na versão Allure e tem seu preço mais alto na versão Griffe automático que custa R$ 79.900.

Por Mauro Câmara


A Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) divulgou no dia 4 de fevereiro balanço sobre as vendas de veículos importados no Brasil e constatou uma redução de 28,9% referente ao mês de janeiro desse ano, comparando-se com os dados de dezembro do ano anterior.

Porém, fazendo um paralelo com o mês de janeiro de 2010, o número de vendas foi maior, tendo no primeiro mês de 2011 um aumento de 3,73% para 4,16%. De acordo com José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, o número do comparativo entre dezembro e janeiro encontra-se dentro da margem catalogada desde a última década.

A marca líder em vendas de importados é a Kia, detentora de praticamente metade de todos os importados registrados pela Abeiva.

Por Andrea Gomes

Fonte: Abeiva


Foi lançado no Brasil o novo modelo do automóvel da Citroën, trata-se da versão Adventure chamada AirCross. Já a versão não aventureira, o C3 Picasso, chegará ao mercado em breve, provavelmente em abril, e a produção em Porto Real (RJ) já está em processo inicial.

O valor do AirCross é a partir de R$ 53.900,00 e tem diversos recursos como painel contendo bússola e dois inclinômetros, além de GPS integrado e kit viva-voz  Bluetooth com comandos no volante e porta USB. Outro atrativo é o computador de bordo e o piloto automático com regulador e limitador de velocidade, sensor de chuva e muito mais.

Veja mais informações sobre o automóvel no site www.citroen.com.br/aircross e confira o seu vídeo promocional.  

Por Andrea Gomes


Considerado a principal referência em termos de vendas no país, o Grupo Fiat terminou 2010 com receita bruta de 56,3 bilhões de euros, superior em 12,3% sobre as cifras registradas em 2009.

O lucro da gestão ordinária, por outro lado, avançou de 1,1 bilhão de euros para 2,2 bilhões de euros entre um ano e outro. O lucro líquido chegou a 600 milhões de euros em 2010, número extraordinário em relação ao prejuízo de 848 milhões de 2009.

De acordo a Fiat, estes dados são referentes ao desempenho constatado antes da separação do grupo em duas empresas, uma voltada às atividades do setor de veículos automotores (Fiat S.p.A.) e a outra destinada a montadoras de veículos industriais (Fiat Industrial).

Em comunicado anunciado por Sergio Marchionne, CEO do grupo, existem planos descritos para 2011, entre eles receitas de aproximadamente 37 bilhões de euros apenas à Fiat e cerca de 22 bilhões de euros à Fiat Industrial.

Se depender dos mercados emergentes, assim como o Brasil, a Fiat pode continuar a prever bons números. Apesar de os principais efeitos da crise financeira global ainda aparecerem em países desenvolvidos, o setor de automóveis tem conseguido atingir objetivos interessantes, não a partir de uma, duas ou mais marcas, mas boa parte das distribuídas por todo o planeta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fiat (relase)


Uma das montadoras mais bem posicionadas em todo o mundo, a General Motors (GM) vendeu ao longo do ano passado 8.389.769 veículos automotores em todo o globo terrestre, incremento de 12,2% em comparação à comercialização aproximada de 7,47 milhões realizada em 2009.

O resultado é fruto dos aumentos constatados em cinco dos dez principais mercados por onde atua. No chinês, por exemplo, houve salto de 28,8% entre 2009 e 2010, comportando o local mais interessante para a fabricante. Em seguida figura os Estados Unidos, com crescimento de 6,3% nas vendas, seguido pelo Brasil, com progresso de 10,4%.

O total de unidades comercializadas na China chegou a 2.351.610. Nos Estados Unidos, por outro lado, 2.215.227, e no Brasil, diferentemente, 657.825 veículos automotores. A marca mais expressiva à GM continua a cargo da Chevrolet, seguida pela Opel/Vauxhall, Wuling e, em seguida, pela Buick.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: GM do Brasil (release)


O Brasil deve receber em breve o Porsche Carrera GTS, considerado o exemplar mais esportivo em relação ao modelo 911. Com motor de 408 cavalos de potência, bloco de 3,8 litros e tração traseira, a unidade deverá comportar detalhes exclusivos.

De acordo com informações emitidas pela Quatro Rodas, o Carrera GTS apresenta em seu exterior rodas de cubo central de 19 polegadas na cor preta. No interior do veículo o acabamento será pleiteado no padrão preto Alcântara aos assentos. Também contará com freio de estacionamento e volante de três raios.

Com capacidade de atingir de zero a 100 quilômetros por hora em 4,2 segundos, a velocidade máxima estipulada é de 306 quilômetros horários. O custo estimado ao mercado brasileiro é de R$ 580 mil.

Foto: Andrew Adams Design & Auto

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um carro elegante, robusto, que como quase todos os modelos da montadora norte-americana Chrysler conferem status ao seu proprietário. Esse é o novo modelo 300C que deverá chegar ao mercado brasileiro no final deste ano.

Tradicional e famosa por fabricar modelos luxuosos, neste novo 300C a montadora mantém seu estilo clássico e requintado fabricando um carro de desenho sóbrio, equilibrado e acima de tudo elegante. Mas enquanto o Chrysler 300C não chega aqui no Brasil é provável que ele faça suas primeiras aparições públicas no Salão do Automóvel de Detroit que se iniciou no dia 10 e vai até o dia 23 de Janeiro. E para o mercado norte-americano a montadora já divulgou as versões e preços que serão praticados.

O novo Chrysler terá quatro versões e dois tipos de motorização. A versão de entrada contará com propulsor Pentastar V6 e transmissão automática de cinco velocidades, partindo de US$ 27.995. Além da boa potência de 242 CV vários bons itens de série lhe dão bons níveis de segurança e conforto. A segunda versão, o 300 limited utiliza a mesma motorização da anterior e parte de US$ 31.995, contando com outros itens de série que não entram na primeira versão.

Compondo as duas versões finais a diferença está nos motores que nestas versões utilizam conjuntos 5.7 V8 HEMI que geram generosos 363 Cv de potência e podem vir com tração traseira ou integral. O modelo com tração integral sai por US$ 41.145 e com tração traseira US$ 38.995. Os itens de série destas duas versões são os mesmos de um pacote de opcionais, o Luxury Group, que também podem equipar a última versão dos modelos que utilizam o motor Pentastar V6.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carro Online


Para incentivar o consumo e estimular o país a suplantar a crise financeira mundial, o governo adotou uma série de medidas que gradualmente são retiradas, uma delas a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que cerceou os setores de veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e materiais de construção.

O cenário propício para os consumidores aos poucos se esvai. Recentemente, o Banco Central anunciou novas diretrizes para a liberação de crédito, algumas que atingem diretamente carros. Segundo o portal online da Quatro Rodas, o brasileiro terá mais arrocho para financiar veículo usado ou novo.

As novas normas regem que os bancos deverão requerer entrada de pelo menos 20% para financiamentos entre 24 a 36 meses e acima dessa condição, o custo inicial cresce para 30%. Entre 48 e 60 meses, contudo, a entrada necessária ao consumidor avança para 40%. Acima disso, restrição total, independente se há, ou não, montante disponível no princípio da negociata.

Para Henrique Meirelles, presidente do Banco Central em exercício, a iniciativa tem por finalidade restaurar os níveis de crédito anteriores ao colapso financeiro mundial de 2008 como maneira de desacelerar a economia e atalhar aumento inflacionário.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Já apresentado e comentado como o substituto do Mégane, o Renault Fluence agora tem seus preços revelados pela montadora, de acordo com matéria do site Carros IG.

Ele estará a venda a partir de Fevereiro no Brasil mas os interessados em um sedã médio de estilo moderno, linhas levemente arredondadas que lhe conferem um desenho moderno e aerodinâmico, sem deixar de lado a elegância, já podem ir avaliando os equipamentos e os preços de suas duas versões.

O Fluence Dynamique que vem de série com seis airbags, sistema de freios ABS, sensor de chuva, farol de neblina e ar condicionado dual zone entre outros itens tem seu preço em R$ 59.990. Adquirindo o modelo com câmbio CVT, o preço passa a ser de R$ 64.990. E esta versão conta ainda com opcionais como teto solar e bancos de couro.

A segunda verão do modelo, a top de linha Privilége conta com mais itens de série como controle de estabilidade (ESP), controle de tração (ASR), GPS integrado, sensor de estacionamento e som Premium. Assim como o Mégane, estas duas versões do Fluence possuem cartão para acionamento do motor. E isto pode ser feito agora até mesmo do bolso do condutor, pois funciona remotamente.

O propulsor é um 2.0 Flex de 140/142 CV que garante boa potência ao modelo. Segundo a matéria citada este lançamento é uma das grandes expectativas da marca francesa, que espera conseguir uma fatia de 12% do mercado nacional com este belo sedã.

Por Mauro Câmara


Para quem gosta de carros com desenho forte, estética agressiva, esportividade a flor da lataria os novos modelos da Subaru que já estão à venda no mercado brasileiro podem ser ótimas opções.

De acordo com matéria do site G1, que apurou os preços dos novos modelos, os mais novos carros da marca já se encontram à venda, sendo que o modelo esportivo, versão sedã do Impreza WRX STI pode ser encomendado com preço a partir de R$228 mil. O Impreza XV tem seu valor começando a partir de R$75.900, a versão com câmbio manual. Já quando equipado com transmissão automática o preço vai para R$79.900.

Tanto o Impreza XV quanto o Impreza WRX STI são carros que impressionam pela estética elegante, bem acabada de traços retilíneos e alongados que aumentam a sensação de imponência, com todo o conjunto transmitindo um bela imagem de força e potência. E falando em potência os motores que sustentam estes modelos também são bastante interessantes. A motorização do Impreza XV é feita com um propulsor 2.0 16V que produz significativos 160CV de potência.

Já o WRX STI, esportivo que marca presença, principalmente por seu aerofólio de dimensões bastante generosas, tem motor de 2.5 com capacidade de 310 CV de potência que trabalha com uma transmissão de cinco velocidades que vem com opção de marchas manualmente através de borboletas atrás do volante.

Por Mauro Câmara


Em 2010, o mês de agosto foi surpreendente em relação aos números de vendas registradas para as montadoras e fabricantes de automóveis.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), o crescimento foi de aproximadamente 19,9% considerando o mês de junho. Foi constatado a comercialização de cerca de 10.041 unidades de veículos .

Comparando com o mesmo período do ano passado o aumento chega a incríveis 154,6%.

Isso significa que a crise que afetava esse mercado está passando ou que estacionou de tal forma que levou os consumidores a voltarem as lojas e concessionárias e adquirirem veículos nacionais e importados.

Por José Alberi


O Brasil anda para frente. Ou para cima. Ao menos é o que indica a ABEIVA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores). Segundo a associação, no mês passado, as vendas de carros importados aumentaram 9,6%.

Há poucos meses atrás as vendas haviam despencado, mas agora cresce acentuadamente, como mostra o número de emplacamentos realizados no mês de julho: 8.377, totalizando 28 marcas de fora do país comercializadas e adquiridas pelo consumidor interno.

Esses números deixam o presidente da associação satisfeito e esperançoso. Para José Luiz Gandini as vendas irão superar as expectativas iniciais para este ano.

Leia o artigo na íntegra, aqui!

Por Victor Gonçalves


Após a disparada nas vendas de veículos com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), as montadoras estão com seus estoques parados. Agora, com os preços de volta ao normal, já há um volume de trezentos e dezoito mil veículos acumulados nas concessionárias e fábricas.

O número registrado chega a ser superior ao verificado em dezembro de 2008, no auge da crise financeira que afetava o país, onde havia um estoque de trezentas e cinco mil unidades. No primeiro trimestre de 2010 as vendas do setor automobilístico cresceram 30 a 35% em relação ao mesmo período do ano passado.

Mas a partir de junho deste ano, houve decréscimo de 10%. Mas apesar disto, as empresas acreditam numa retomada nas vendas do setor e não cogitam demissões de funcionários.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Estadão


46.208 veículos. Essa é a nova marca alcançada pela Toyota no primeiro semestre de 2010. Crescimento de 11% em relação ao mesmo período de 2009.

Com isso fica evidente a posição de liderança que o Toyota Corolla detém hoje entre os sedãs médios, número que alavanca as vendas da montadora no país. Claro que não podemos deixar de comentar sobre a Hilux, uma das picapes médias diesel mais vendidas da categoria, que com sua robustez e beleza ajudam a puxar esses números cada vez mais morro acima. E não é pra menos, a previsão é que sejam vendidas mais de 30 mil unidades do modelo até o final desse ano.

Por Eloir Junior


O Brasil é considerado, atualmente, o 4º país do mundo mais notável na venda de veículos automotores, deixando para trás a Alemanha, que passa a ocupar a 5ª colocação. A comercialização de carros até março deste ano, que ainda tinha a seu favor a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), foi a responsável, parcialmente, para boa colocação no ranking.

O Mercado Comum do Sul (Mercosul) almeja estabelecer uma negociação diferenciada com a União Europeia para o setor, tais como transferência de tecnologia e estímulo à confecção local de automóveis. A primeira reunião oficial será realizada até o final deste mês em Buenos Aires, de acordo com Eduardo Sigal, subsecretário de Integração Econômica da Argentina. Segundo ele, a intenção não é simplesmente entregar aquilo que o bloco faz entre autopeças e carros ao velho continente.

Reportagem do portal de notícias G1 releva que uma oferta mais imponente na esfera automotiva é uma reivindicação da Europa. A tarifa de importação poderá ser eliminada em uma década e meia pelo Mercosul, porém, a proposta deverá ser debatida com o setor privado, conforme palavras de Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações do Itamaraty.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o término do benefício redutor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, o segmento de veículos automotores começou a registrar queda de emplacamentos já em abril, de acordo com informações divulgadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nas últimas semanas.

Os carros importados, embora em menor número de vendas, também sentiu os efeitos do término da redução do IPI. Segundo Luiz Gandini, presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automores (Abeiva), pondera que a queda de 13,98% em abril ante março já era aguardada, embora se configure menor em relação à diminuição de 22,3% assinalada no mercado em sua totalidade.

Gandini avalia, também, conforme reportagem confeccionada pelo portal de notícias G1, que a alta procura por automóveis importados, em março, acabou por prejudicar a comercialização de várias unidades em abril, provocando a redução dos estoques. Além disso, relata, há dificuldades entre o momento em que o cliente compra um carro e a entrega pela concessionária, processo que demora, aproximadamente e em média, quatro meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


Números divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) assinalam uma queda na produção de automóveis em 14,6% no mês passado em relação a março, porém indicou, por outro lado, crescimento de 14,2% em comparação anual.

De acordo com a agência de notícias Reuters, em abril, a indústria do setor computou a fabricação de 290 mil veículos, totalizando, desta maneira, a confecção de mais de 1,1 milhão de unidades entre janeiro e o mês passado, ascensão de 22,6% sobre o período similar de 2009.

As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, no mercado interno, sintetizaram quase 278 mil unidades no 4º mês de 2010, representando, assim, retração de 21,5% ante o recorde registrado em março, último mês de vigência da desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), mas com alta de 18,6% em relação a abril de 2009.

Leia mais informações sobre o segmento na Reuters.

Por Luiz Felipe Erdei


O setor de automóveis foi um dos que melhor conquistou resultados expressivos devido à exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tanto que a comercialização de carros bateu recordes históricos nos últimos dias de vigência do estímulo. A partir de 1º de abril – e até antes –, porém, envolvidos no segmento passaram a estimar baixa nas vendas.

Cledorvino Belini, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), acredita que as vendas de veículos pelo Brasil deverão reunir, aproximadamente, 280 mil unidades em abril. Em artigo confeccionado pelo portal de economia do Estadão, o líder acredita que foram vendidos cerca de 13,7 mil carros por dia, em abril, abaixo dos 15,3 mil comercializados, diariamente, no terceiro mês deste ano.

Para o transcorrer de 2010, a Anfavea ainda não estimou dados. Pelo andar da carruagem, em 2011 haverá índices negativos em virtude da alta base comparativa conquistada no primeiro trimestre deste ano.

Fonte: Portal de Economia do Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma fonte não relacionada pelo portal de economia Terra revela que o segmento automobilístico do país conquistou alta recorde de vendas em março em relação aos meses anteriores, decorrente, obviamente, dos últimos dias de vigência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A reportagem relata que no mês passado 337,5 mil unidades entre automóveis e comerciais leves foram vendidas, 29,3% além do contabilizado em março de 2009 e 59,6% acima do reportado em fevereiro de 2010. Somente nos primeiros três meses deste ano a alta foi de 17% em comparação ao período igual do ano passado.

As propagandas veiculadas em jornais, revista, internet, em ruas ou na própria televisão surtiram efeito, justamente por terem como grande percussor as palavras proferidas pelo governo brasileiro. A média diária de vendas em março, para efeito exemplificativo, foi de quase 14,7 mil carros; somente no último dia do mês mais de 30,5 mil unidades foram comercializadas.

As principais montadoras estabelecidas no país se beneficiaram do poder redutivo do IPI. Fiat, Volkswagen, General Motors, Ford, entre outras apuraram dados significativos. Caso continuem a incentivar o cidadão, daqui em diante por meio de promoções, em breve a frota brasileira estará equipada com carros zerinho.

Clique aqui e confira percentuais de venda de cada montadora.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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