Montadora deve investir 1,3 bilhão de euros na produção de novos modelos. Veículos serão lançados nos próximos anos e devem aumentar o volume de vendas da marca.

Uma das maiores fabricantes de carros esportivos do mundo, a McLaren, tem planos ambiciosos para os próximos anos. A empresa pretende investir cerca de 1,3 bilhão de euros em pesquisa e desenvolvimento ao longo dos próximos seis anos, com o objetivo de lançar 15 novo produtos. Com isso, a McLaren deverá alcançar a marca de 4.500 a 5.000 unidades vendidas em 2022, um número bem superior ao vendido nos dias atuais. No ano passado, a empresa conseguiu vender 1.654 veículos.

Para este ano, o foco é aumentar as vendas consideravelmente para cerca de 3 mil unidades. Para conseguir estes números, a montadora inglesa, que atua na Fórmula 1 há anos, pretende investir em algumas mudanças em sua plataforma, com o objetivo de melhorar a engenharia de seus automóveis. Uma das grandes mudanças que deverá acontecer é na arquitetura do motor. A empresa poderá seguir a tendência de motores híbridos para seus novos modelos. Ainda não há qualquer informação concreta sobre a mudança do motor V8 atual para um motor V6. De qualquer forma, a McLaren deverá seguir seus traços de design arrojados e bastante esportivos, características marcantes da empresa durante toda sua trajetória no mercado.

A McLaren Automotive, como é conhecido o setor de carros de rua da empresa, dobrou seu valor desde 2013 e espera conseguir o mesmo feito por volta de 2022. A montadora tem como um dos seus objetivos ampliar consideravelmente sua rede de concessionárias em todo mundo, o que deverá aumentar o suporte aos clientes e, consequentemente, as vendas de novas unidades em locais onde a empresa não tinha grande atuação.

Atualmente a empresa conta com 82 pontos de venda em todo mundo. Até o ano de 2022, a fabricante deverá contar com mais de 100 concessionárias. Seja quais forem as metas adotadas para seus novos carros, a empresa visa conseguir um aumento substancial em suas vendas para não ficar estagnada no mercado de carros esportivos de luxo. Montadoras concorrentes, como a BMW, estão investindo cada vez mais em tecnologia em seus automóveis, uma vez que os motores híbridos ganharam força e o conceito de carros semi-autônomos já estão em patamares avançados.

Por William Nascimento


Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (6 de janeiro) pela Anfavea, a indústria brasileira de veículos teve alta de 2,9% na produção em janeiro sobre o mês de dezembro. A associação divulgou ainda que houve uma queda de 11,7% nas vendas na mesma comparação.

As informações divulgadas dizem que a produção somou 237,5 mil veículos. Com isso há queda de 18,7% sobre o volume recorde para o mês definido em janeiro do ano passado.

Com o crescimento de 0,4% sobre o dado de um mês atrás, que também havia sido o maior para o mês, as vendas foram de 312,6 mil unidades.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o segmento de automóveis e comerciais leves teve queda de 20% na produção em janeiro.

Já as estatísticas para os caminhões apontam alta de 9,3% e ônibus um recuo de 16,8%.

No início desta semana algumas fontes do setor afirmaram que no mês de janeiro as vendas haviam sido impulsionadas pelo estoque de veículos produzidos sob o benefício de desconto do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que no início do ano foi elevado novamente pelo governo.

No ano passado, o setor fechou com 352,4 mil veículos em estoque.

Os carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, tiveram as exportações somadas em 25,78 mil unidades em janeiro. As vendas externas de veículos somaram, em termos financeiros, 673 milhões de dólares, este valor reduz em 18% o valor faturado em janeiro de 2013.

Já a exportação de veículos brasileiros, incluindo as máquinas agrícolas, caiu em 13% no mês de janeiro.

A montadora italiana Fiat fechou o mês de janeiro com 63.049 automóveis e comerciais leves vendidos. Já a Volkswagen apurou licenciamentos de 56.133 unidades e a GM fechou o mês com 53.033 emplacamentos.

Já com os caminhões, a MAN (do grupo Volkswagen) liderou as vendas com 2.847 unidades.

Por Ageu da Rocha





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