O mercado de automóveis no Brasil registrou momentos bons durante o ano de 2012. Mas esta situação não ocorreu para os veículos importados, pois o Super IPI – redução na cobrança do imposto – não foi aplicado para empresas que não possuem fábrica no Brasil.

Com isso, o mercado em 2012 significou a redução de investimentos, fechamento de lojas e mudança nas estratégias para o mercado brasileiro deste tipo de veículos.

O único benefício desta situação foi que algumas importadoras, como Chery, JAC e BMW começaram a construir fábricas no Brasil para se beneficiar das vantagens do sistema automotivo Inovar Auto.

A essas marcas outras empresas – como Volvo Audi, Suzuki, Land Rover, Changan e Haffei – já informaram que irão nacionalizar suas produções já que no futuro com o novo sistema automotivo presente no país será impossível se manter no mercado brasileiro apenas importando veículos.

Toda esta corrida para ter fábricas nacionais se justifica pelo fato de que com o Inovar Auto a montadora recebe um desconto de 30% no valor do IPI de 50% da previsão de produção de veículos no país com a fábrica já montada e funcionando em território nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


Após o término do benefício redutor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, o segmento de veículos automotores começou a registrar queda de emplacamentos já em abril, de acordo com informações divulgadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nas últimas semanas.

Os carros importados, embora em menor número de vendas, também sentiu os efeitos do término da redução do IPI. Segundo Luiz Gandini, presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automores (Abeiva), pondera que a queda de 13,98% em abril ante março já era aguardada, embora se configure menor em relação à diminuição de 22,3% assinalada no mercado em sua totalidade.

Gandini avalia, também, conforme reportagem confeccionada pelo portal de notícias G1, que a alta procura por automóveis importados, em março, acabou por prejudicar a comercialização de várias unidades em abril, provocando a redução dos estoques. Além disso, relata, há dificuldades entre o momento em que o cliente compra um carro e a entrega pela concessionária, processo que demora, aproximadamente e em média, quatro meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


O setor de automóveis foi um dos que melhor conquistou resultados expressivos devido à exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tanto que a comercialização de carros bateu recordes históricos nos últimos dias de vigência do estímulo. A partir de 1º de abril – e até antes –, porém, envolvidos no segmento passaram a estimar baixa nas vendas.

Cledorvino Belini, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), acredita que as vendas de veículos pelo Brasil deverão reunir, aproximadamente, 280 mil unidades em abril. Em artigo confeccionado pelo portal de economia do Estadão, o líder acredita que foram vendidos cerca de 13,7 mil carros por dia, em abril, abaixo dos 15,3 mil comercializados, diariamente, no terceiro mês deste ano.

Para o transcorrer de 2010, a Anfavea ainda não estimou dados. Pelo andar da carruagem, em 2011 haverá índices negativos em virtude da alta base comparativa conquistada no primeiro trimestre deste ano.

Fonte: Portal de Economia do Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei





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