Em temos de crise econômica, fazer um consórcio de carro é uma boa opção.

A compra de um carro, além de ser o sonho de diversas pessoas, também pode se tornar um pesadelo se não for bem planejada. Um automóvel é um objeto de alto valor econômico, portanto é necessário investimento e poupar dinheiro para a aquisição do mesmo.

Uma das melhores opções, seria poupar o dinheiro para conseguir comprá-lo à vista. No entanto, não costuma ser uma prática tão comum, pois é necessário muito tempo até adquirir o carro.

Outra opção contemplada por quem pretende adquirir esse produto, é o consórcio. Junto com essa opção, também surge o financiamento. É importante saber as diferenças entre essas duas formas de pagamento: o ponto crucial que difere os dois, trata-se de qual sai mais caro e porquê. Os financiamentos costumam ficar mais caros quando a inflação no país está alta, por outro lado, o consórcio não é afetado diretamente por isso, uma vez que não utiliza o dinheiro do banco, sendo um grupo de pessoas que financiam a aquisição do carro.

O consórcio irá funcionar da seguinte maneira: o comprador irá pagar parcelas mensais para um grupo de pessoas. O dinheiro que irá se acumular formará algo que pode ser denominado como caixa coletivo. Dentro de determinado tempo, o dinheiro acumulado será o suficiente para que vários membros do grupo consigam adquirir um carro. Será adquirida uma carta de crédito com o valor e o automóvel será comprado.

Há duas formas para que uma pessoa seja escolhida para adquirir o carro primeiro: a primeira é por sorteio e a segunda por leilão. Na primeira opção a sorte será o fator determinante e da mesma forma que você pode ser o primeiro, existe a possibilidade que sua vez demore para chegar e até lá terá que continuar pagando as parcelas. Na segunda forma, comprará o carro aquele que der um "lance", uma quantia de dinheiro maior para o grupo naquele mês.

Embora o consórcio não tenha juros, ele possui taxas. Deverá ser paga uma taxa de cerca de 1,5% para entrar no grupo. Há também a faixa cobrada pelo fundo de reserva. Esse fundo é muito importante, pois irá manter o consórcio mesmo que alguns membros deixem de pagar a mensalidade corretamente.

Se você tem dificuldades em poupar dinheiro, não precisa de um carro imediatamente e não pretende pagar altos juros, o consórcio pode ser a melhor opção para que você adquira seu automóvel.

Por Isabela Palazzo

Consórcio de carro


Para incentivar o consumo e estimular o país a suplantar a crise financeira mundial, o governo adotou uma série de medidas que gradualmente são retiradas, uma delas a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que cerceou os setores de veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e materiais de construção.

O cenário propício para os consumidores aos poucos se esvai. Recentemente, o Banco Central anunciou novas diretrizes para a liberação de crédito, algumas que atingem diretamente carros. Segundo o portal online da Quatro Rodas, o brasileiro terá mais arrocho para financiar veículo usado ou novo.

As novas normas regem que os bancos deverão requerer entrada de pelo menos 20% para financiamentos entre 24 a 36 meses e acima dessa condição, o custo inicial cresce para 30%. Entre 48 e 60 meses, contudo, a entrada necessária ao consumidor avança para 40%. Acima disso, restrição total, independente se há, ou não, montante disponível no princípio da negociata.

Para Henrique Meirelles, presidente do Banco Central em exercício, a iniciativa tem por finalidade restaurar os níveis de crédito anteriores ao colapso financeiro mundial de 2008 como maneira de desacelerar a economia e atalhar aumento inflacionário.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para quem sempre quis ter um carro importado, eis uma boa notícia: a Eurobike, uma rede de concessionárias que comercializa somente  marcas como Audi, BMW, Land Rover, MINI, Porsche e Volvo, aposta em condições ótimas de financiamento de carros para este ano.

Um exemplo é uma BMX118i no valor de R$ 94 mil. O pagamento é comumente feito com entrada mínima de  30% e o restante dividido em até 24 vezes com 1.15% de juros. Porém, com essas condições especiais, o pagamento poderá ser feito com 50% de entrada e o saldo em 24% sem juros.

Essa é uma opção e oportunidade de quem pretende adquirir um automóvel importado nos próximos meses ou até anos. Essas condições foram reavalidadas e melhor elaboradas porque a maioria dos compradores preferem pagar 50% do valor e deixar o resto do dinheiro investido para pagar mensalmente, e ainda sem juros.

Por Rafaela Ometto.





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