Grazie Mille, em português que dizer “muito obrigado” em italiano. Esse foi o nome dado pela Fiat para as últimas duas mil unidades do Uno, que será a série de despedida do Mille por R$ 31,2 mil.

Nascido em 1984, o Uno ocupou um importante lugar no mercado nacional desde então. Para a época, um projeto moderno, com tecnologias inovadoras. Desde o primeiro modelo até o Grazie Mille muita coisa melhorou, desde a qualidade de montagem até a qualidade final dos modelos.

O primeiro modelo do Uno tinha no painel um quadro de instrumentos, caixas satélites com os controles dos faróis e limpadores de para-brisa. Tudo muito inovador. Bancos confortáveis com regulagem de altura, um bom espaço para os pés para quem está no banco de trás. A posição de dirigir e a boa visibilidade que o automóvel eram alguns dos requisitos para a compra.

Muita coisa aconteceu ao longo desses anos e a tecnologia do carro melhorou significativamente. A qualidade de engate do câmbio, o ruído do câmbio (que era o que mais incomodava nos consumidores em marcha lenta e em ponto porto) acabou. Os motores 1.050 e 1.300 carburados eram econômicos para a época, mas nem se comparam com o motor 1.0 Fire com injeção eletrônica, além da curva (potência/torque) que supera à do antigo motor 1.300.

Já o corretor de frenagem não evoluiu igual aos outros componentes. A versão atual continua produzindo ruído. Dirigir em um piso irregular e fazer uma frenagem repentina com o veículo descarregado, bloca as rodas traseiras antes das dianteiras, alterando a trajetória. Isso não deveria acontecer no Grazie, mas aconteceu. Voltando para a parte boa do novo modelo, o funcionamento e a eficiência do freio de mão são incomparáveis. O antigo Uno tinha os “puntoni”, que veio junto com a suspensão, ao invés da barra estabilizadora, que acabava dando perda na estabilidade direcional com o veículo em alta velocidade e desgastando prematuramente os pneus. No Grazie Mille, além dos “puntoni” – que têm construção e buchas bem mais modernas – existe barra estabilizadora.

Fiat Uno Grazie Mille


Após certo atraso um dos carros mais populares da Fiat, o Uno enfim terá sua versão duas portas comercializada no mercado brasileiro. A montadora italiana confirmou que o novo modelo estará à venda a partir do final deste mês de Fevereiro em suas concessionárias.

O novo Fiat Uno duas portas vem com um desenho mais moderno. Suas linhas são equilibradamente compactas e transmitem a aparência de uma maior suavidade no desenho com uma frente mais despojada. Para um compacto urbano o design é jovial, leve e bastante agradável. O novo modelo será oferecido exatamente nas mesmas versões do Uno quatro portas atualmente vendidas, que são: Way 1.0 e 1.4, Attractive 1.4, Sporting 1.4 e Vivace 1.0.

Seu preço inicial no modelo Vivace 1.0 Flex duas portas parte de R$ 26.490. O modelo Way 1.0 também Flex nesta nova versão sairá a R$ 27.670. A versão Attractive 1.4 Flex com duas portas custa a partir de R$ 29.840. Já o modelo nesta nova versão da configuração Way com motorização 1.4 Flex tem seu preço partindo de R$ 30.650 e finalmente a versão Sporting 1.4 Flex duas portas custa R$ 32.170.

A expectativa da montadora é que o modelo duas portas tenha o mesmo sucesso que o Uno tradicional. O que deverá ocorrer principalmente porque em função do atraso formou-se uma fila de espera que segundo a fabricante chegou a 20 mil veículos. 

Por Mauro Câmara

Fonte: Auto Esporte


A Fiat realmente inova e promete revolucionar com o lançamento do novo Uno, até porque toda e qualquer alteração radical no Uno é algo que não acontece desde 1984, ano de lançamento do carro mais barato do Brasil.

Dentre as informações já repassadas pela montadora italiana, a mais importante é que serão lançados somente modelos com 4 portas, em quatro versões diferentes: Vivace 1.0 Flex, Way 1.0 Flex, Attractive 1.4 Flex e Way 1.4 Flex

Já foram anunciados que os motores serão os mais modernos e econômicos da marca, os motores EVO.

Dentre as informações ainda não divulgadas, e talvez a mais importante é o preço, que com tamanha inovação, dificilmente irá se manter como o modelo mais barato do Brasil.

Por José Alberi Fortes Junior.





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