Não é de hoje que vemos a diferença gritante entre os valores cobrados por automóveis aqui no Brasil e nos Estados Unidos. Só isso já é o suficiente para influenciar o comportamento dos brasileiros, que tratam alguns modelos de entrada vendidos nos EUA como símbolo de status. Um exemplo é o Ford Mustang cujo preço lá é de US$ 24.425, o que equivale a aproximadamente R$ 54.120. O Muscle Car está equipado com motor 3.7 V6 e aqui o modelo não sairia por menos de R$ 200 mil.

Sem contar que os US$ 24.425 não pesa tanto no bolso do americano quanto os R$ 54 mil do brasileiro. Com esse dinheiro é possível comprar aqui um CrossFox da Volkswagen, por exemplo, que até então é um automóvel que não pode ser comparado ao Mustang. O mercado de lá é mais competitivo e isso é um fator que torna os preços melhores, contudo essa não é a única razão para os valores serem tão diferentes.

As explicações são inúmeras para os custos tão altos de importação e uma delas diz respeito à valorização dos modelos produzidos aqui, que são mais baratos do que os importados. Existem mais fatores que tornam os preços tão onerosos e o maior deles é o valor da carga tributária. Os impostos de importação são caros para que os modelos fabricados aqui sejam mais baratos e se tornem mais competitivos, entretanto, o custo de produção é elevado e muitas montadoras não querem produzir modelos como o Mustang por aqui. Ficamos com os modelos destinados aos países de terceiro mundo.  

Além desses fatores, o comportamento do brasileiro encarece o carro. Ele usa o automóvel como uma grande necessidade, tendo em vista o caos e a precariedade do transporte público. O financiamento também é algo ruim, pois muitos brasileiros não se importam com os valores que são divididos em 36 ou até 60 vezes, não se preocupando com os juros. 

Por Robson Quirino de Moraes

Ford Mustang

Foto: Divulgação


Mesmo com a crise econômica, ser a primeira potência do mundo e um dos maiores mercados consumidores do planeta tem suas vantagens. De acordo com sites especializados, enquanto no Brasil os interessados em comprar um Kia Sportage, crossover sofisticado e de desenho robusto e elegante da montadora coreana, precisam encarar uma fila de espera que pode durar até quatro meses, e pagam pelo modelo, em sua versão mais simples (câmbio manual), algo em torno de R$ 83.900, os consumidores norte-americanos já têm à disposição o novo Kia Sportage com nova motorização, o SX que no equivalente em reais sai por R$ 43.000 com tração na dianteira e por R$ 46.000 com tração integral.

A versão SX do Sportage norte-americano tem seu grande diferencial na motorização, com propulsor GDI com injeção direta e turbo e que pode produzir 260 Cv de potência.

Na comparação com o modelo vendido no Brasil, o SX produz 94 Cv a mais do que o propulsor 2.0 aspirado que equipa o Kia Sportage brasileiro. Além disso, o SX recebeu uma suspensão mais firme que aumenta o desempenho aliado à nova potência de seu propulsor.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carros IG


Se depender dos políticos do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, as placas de veículos nunca mais serão as mesmas. Com o estado endividado, uma empresa chamada Smart Plate sugeriu que o governo poderia arrecadar arrecadar mais vendendo publicidade nas placas dos automóveis. A ideia parece meio maluca, mas se pararmos para pensar, a coisa é bem simples.

Os sistema funcionaria com placas digitais. Se o veículo ficar mais de quatro segundos, ao invés de mostrar as letras e números, o motorista que está atrás veria frases simples na placa. Um breve anúncio publicitário como: Está se sentindo horrível? Use Botox.” As possibilidades seriam infinitas.

Por enquanto não há informações se o governo do estado americano colocará mesmo o sistema em prática.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: CNET


A crise financeira mundial tem feito os países mais desenvolvidos do globo observarem as nações emergentes obterem conquistas notáveis – como a difundida pelo Brasil. Informações do portal de economia do Estadão registram que, pela primeira vez, a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva confeccionou, no ano passado, mais veículos de passeios do que os Estados Unidos.

Em números reais, os norte-americanos produziram exatas 2,249 milhões de unidades, enquanto os brasileiros conseguiram germinar 2,576 milhões de automóveis. Em 2008, porém, os EUA fizeram quase 1,7 milhões de carros a mais do que os totalizados no ano passado.

Por outro lado, segundo atestado pelo Estadão, se somados caminhões, ônibus, picapes e utilitários esportivos, os números são bem discrepantes. Enquanto os Estados Unidos produziram mais de 5,7 milhões de unidades, o Brasil atingiu “somente” 3,1 milhões.

A nação chinesa, parceira comercial do Brasil, segue líder no mercado de veículos comerciais, com mais de 10 milhões de unidades confeccionadas em 2009. Em seguida aparece Japão, com 6,862 milhões, e depois Alemanha, com quase 5 milhões.

Saiba mais números aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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