Confira algumas dicas para saber valorizar o seu carro usado no momento da venda.

Chegou a hora vender ou trocar seu automóvel usado e você começa a se perguntar o que fazer para que seu veículo seja valorizado. Para falar a verdade, a valorização do seu veículo precisa começar pelo proprietário no ato da aquisição. Em outras palavras, você precisa cuidar bem do carro desde o momento que ele passar a ser seu. Um automóvel bem cuidado é um automóvel valorizado.

É verdade que, para o proprietário, o valor de um carro será sempre muito maior do que de fato é. Isso acontece porque valores emocionais são agregados ao valor de qualquer produto que esteja sob posse do dono por muito tempo. No caso de veículos, podem ser anos. No entanto, o comprador nunca verá seu produto com os mesmos olhos que você. Por isso, separamos algumas dicas que vão ajudá-lo a dar real valor ao seu queridinho na hora desapegar.

Você precisa vender aquilo que você compraria

Na hora de vender o seu carro usado, você precisa sair do status de proprietário e se colocar no lugar de comprador. Dessa forma, ficará mais fácil perceber quais os atributos um bom carro usado precisa ter. Outro aspecto a ser observado é o valor de mercado do veículo. Para isso, o proprietário precisa fazer uma busca, na internet e em concessionárias, para saber qual o preço médio pelo qual outros veículos de mesma marca e ano estão sendo comercializados.

Um erro muito comum de quem quer vender um usado é investir em acessórios caros e querer cobrar um valor muito acima do preço médio. Entenda que o comprador levará em conta características como ar-condicionado e mecânica, por exemplo. Som turbinado e rodas caras podem não ser atrativos para a maioria dos compradores, e por isso, não servirão como justificativa para a elevação exorbitante do preço final do veículo. Guarde os comprovantes de peças que tenha comprado ou manutenção que tenha feito. Elas servirão como garantia e deixarão o comprador mais seguro de que está fazendo um bom negócio.

Limpeza interna

Pode parecer um pouco óbvio, mas acredite, nem tanto. A internet está cheia de anúncios de pessoas que tentam vender um carro, mas não se atentam para um item básico que é a higiene. Isso desvaloriza muito o automóvel, e provavelmente o comprador vai prestar mais atenção na sujeira do que nas qualidades do veículo.

Além disso, um carro empoeirado e sujo passa a impressão de que ele é mais velho do que realmente é. Por isso, mantenha seu carro sempre limpo, seja na hora de apresentar ao comprador, levar à concessionária de usados para avaliação ou tirar fotos para anúncios particulares.

Peças e equipamentos

Entenda, peças e equipamentos originais serão sempre mais valorizados. Não importa o quanto você tenha pagado por outros itens que você tenha adquirido para o veículo, os originais são sempre mais bem vistos. Deixe pequenos reparos por conta do comprador e dê atenção às coisas que realmente importam. A mecânica, por exemplo, é o coração do veículo. Ela precisa estar em perfeitas condições.

Documentação em dia

Se o seu veículo estiver com a vistoria atrasada ou possuir multas, saiba que isso fará com que o preço de mercado caia drasticamente. Isso porque o comprador, além de avaliar o valor que terá de desembolsar para acertar a documentação e pagar as multas, ainda levará em consideração o tempo que terá de perder com burocracia.

Outras recomendações

Guarde com carinho o manual e a chave reserva. Estes são pequenos itens, mas são de muita importância. Não pinte apenas pequenas partes no veículo para cobrir arranhões e imperfeições. Se não puder manter a pintura original, opte por pintar todo o veículo de uma só vez. Invista em uma boa propaganda, mas fale sempre a verdade. Diga ao comprador as qualidades, mas informe também se há algo a ser feito no veículo. Seguindo essas dicas, seu carro será muito bem valorizado.

Boa venda!

Por Nanny Cunha

Carro usado para vender


Os carros de test drive colocados à venda podem ser um bom negócio para quem procura unir o útil ao agradável. Uma das vantagens apresentadas é que um carro de test drive, por mais que não seja zero, é um carro que mantém características de carro novo e oferece um preço mais acessível para quem deseja adquiri-lo.

São carros pouco rodados e ficam como veículo de test drive no período compreendido entre 6 meses a 1 ano. Portanto, quem planeja comprar um carro dessas condições, é necessário entrar em contato com as concessionárias e informar se há opção para a compra do carro de test drive e o que é exigido; pois, em algumas concessionárias o cliente deve preencher uma lista de espera e aguardar a disponibilidade do negócio.

Um exemplo de comparação de preço entre um carro novo e um carro de test drive: o Punto Essence 1.6 dualogic da marca Fiat, test drive, com quilometragem média de 3 mil km, sai pelo valor de R$ 49 mil. Se este mesmo carro fosse zero, seria vendido no valor dos R$ 55 mil.

O cliente teria um ganho real nesta compra de R$ 6 mil e dono de um carro em ótimo estado de conservação e documentação quitada.

Esse é apenas um dos exemplos de negociação. Cada cliente deve negociar de acordo com as condições que melhor se encaixam no orçamento, pesquisando e avaliando o momento certo para a compra do veículo.

Os carros escolhidos para test drive são os mais potentes e com detalhes melhores e que apresentam menos barulho, porém, durante o processo de negociação é aconselhável verificar todos os detalhes acerca da documentação e se foram feitas todas as revisões previstas.

Após a compra, siga as recomendações do fabricante descrita no manual do veículo e atente para as revisões periódicas estabelecidas, principalmente trocas de óleo dentro do prazo designado.

Por Railson Tomás de Araújo Lopes

Foto: divulgação


A quantidade de veículos financiados no Brasil em outubro somou 579.100, sendo que 281.416 foram veículos novos e 297.684 veículos usados. O volume apresenta uma alta de 2,6% em relação ao mês de setembro e uma queda de 3,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. No período de janeiro a outubro foram financiados 5.229 milhões de unidades, número 6.3% abaixo em relação ao mesmo período de 2013.

Esses números foram obtidos pela Cetip (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos), que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que contém o cadastro de restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo país. O SNG age contra fraudes em processos de financiamento de veículos.

Os dados de outubro indicam que a alta foi puxada pelos financiamentos de veículos usados, que apresentaram um aumento de 2,9% em relação a setembro, e de 4,8% em relação a outubro de 2013. Os veículos novos somaram 281.416 unidades, o que representou um aumento de 2,2% em relação a setembro e uma queda de 10,5% em relação a outubro de 2013. A queda verificada na venda de veículos novos já reflete o fim dos incentivos fiscais do governo federal, que impulsionaram as vendas em anos anteriores.

A modalidade de financiamento consórcio registrou crescimento em relação a setembro e apresentou a maior alta na comparação com o ano passado. Em outubro foram comercializados 78.000 veículos por meio do consórcio, o que representa uma alta de 3% em relação ao mesmo mês do ano passado, e 4% em relação a setembro desse ano.

Mas a principal modalidade de financiamento de veículos continua sendo o Crédito Direto ao Consumidor (CDC), que apresentou alta de 2,1% em relação a setembro e uma queda de 4% em relação a outubro de 2013 e resultou em 481 mil veículos.

Os dados do Cetip apontam também que no mês de outubro, os financiamentos de veículos de quatro a oito anos apresentaram um aumento de 11,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, e resultaram em 132 mil veículos financiados, e foi a única categoria a crescer na comparação com 2013. Os veículos novos, em compensação, tiveram uma queda de 11,3% frente a outubro de  2013 e resultaram em 181 mil veículos.

Por Russel Hernandes

Financiamento de carros usados

Foto: Divulgação


A hora e a vez dos veículos usados. É com a volta do IPI para os veículos novos, a saída para estar com carro é o usado. Desde que a presidente diminuiu o valor do imposto sobre produtos industrializados, a venda de veículos novos aumentou significantemente. Deixando de lado o bom e velho carro seminovo. Agora as lojas de carros usados estão comemorando, mas não chega a tanto, pois as vendas melhoraram, mas o veículo usado está com preço um pouco abaixo.

Segundo os especialistas, para comprar um carro novo hoje utilizando o usado que tem em casa terá que desembolsar em torno de 20%, isso sendo o mesmo modelo a mesma marca, pois as indústrias automobilísticas repassaram para os veículos novos o valor do IPI. E também a desvalorização está mais assídua devido à velocidade em que as montadoras colocam o veículo no mercado, e com valores, às vezes, quase o dobro do que custavam há dois anos, por exemplo.

As empresas vendedoras de seminovos estão com dificuldades em conseguir modelos com valores inferiores a R$ 100.000,00, pois estes que estão começando a esquentar o mercado. Carros seminovos de modelos populares são o que os motoristas estão procurando. E para explicar a escassez de seminovos é fácil: com o aumento nos preços dos veículos novos, há pouca procura dos mesmos, pois na maioria das vezes o carro usado entra como parte do novo. Logo não há veículos usados para serem revendidos.

E com a procura imensa de seminovos, fica faltando veículo no mercado. Mas quanto mais tempo passa a quantidade da frota de veículos está aumentando a cada ano nas ruas. Quem sabe agora, com essa escassez de veículos nas revendedoras, o trânsito possa ter um pouco de alívio.

Por Antônia Mendes

Carro seminovo

Foto: Divulgação





CONTINUE NAVEGANDO: