O mercado de automóveis no Brasil registrou momentos bons durante o ano de 2012. Mas esta situação não ocorreu para os veículos importados, pois o Super IPI – redução na cobrança do imposto – não foi aplicado para empresas que não possuem fábrica no Brasil.

Com isso, o mercado em 2012 significou a redução de investimentos, fechamento de lojas e mudança nas estratégias para o mercado brasileiro deste tipo de veículos.

O único benefício desta situação foi que algumas importadoras, como Chery, JAC e BMW começaram a construir fábricas no Brasil para se beneficiar das vantagens do sistema automotivo Inovar Auto.

A essas marcas outras empresas – como Volvo Audi, Suzuki, Land Rover, Changan e Haffei – já informaram que irão nacionalizar suas produções já que no futuro com o novo sistema automotivo presente no país será impossível se manter no mercado brasileiro apenas importando veículos.

Toda esta corrida para ter fábricas nacionais se justifica pelo fato de que com o Inovar Auto a montadora recebe um desconto de 30% no valor do IPI de 50% da previsão de produção de veículos no país com a fábrica já montada e funcionando em território nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


O Hyundai Veloster chega ao mercado australiano com um preço muito inferior ao mercado brasileiro. Além de já termos que pagar quase o dobro do preço (hoje, US$ 1,00 vale R$ 1,71), ainda sofremos com os impostos que incidem sobre os carros importados, que cada vez vêm aumentando seu percentual (atualmente um aumento de 25% a 28%).

O preço inicial do cupê Veloster, na Austrália é de US$ 23.990,00, o que giraria em torno dos R$ 41.226,00. O modelo mais básico do Veloster terá preços a partir de US$ 25.990,00, enquanto no Brasil, o mesmo modelo, vem ao mercado com preço inicial de R$ 75.700,00. Já no modelo mais caro do Veloster, o preço no mercado australiano gira em torno de US$ 29.990,00, enquanto no Brasil o modelo custa R$ 82.900,00.

Com as altas taxas de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) os preços dos carros importados aumentam significativamente, essa intenção é de estimular as vendas internas do país. Só que com essa medida, o Brasil já sofreu um rombo de US$ 1,5 bi com carros dos nossos vizinhos (México).

Pesquisas na internet comparam os preços de carros no Brasil, e dos mesmos no México, Chile, e etc. A conclusão é de que nos países vizinhos ao Brasil, os preços são realmente mais baixos. Algo que gira em torno da metade do preço dos carros vendidos em terras tupiniquins.

Por Maritsa Meneses

Fontes: Notícias Automotivas, Exame


A Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) divulgou no dia 4 de fevereiro balanço sobre as vendas de veículos importados no Brasil e constatou uma redução de 28,9% referente ao mês de janeiro desse ano, comparando-se com os dados de dezembro do ano anterior.

Porém, fazendo um paralelo com o mês de janeiro de 2010, o número de vendas foi maior, tendo no primeiro mês de 2011 um aumento de 3,73% para 4,16%. De acordo com José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, o número do comparativo entre dezembro e janeiro encontra-se dentro da margem catalogada desde a última década.

A marca líder em vendas de importados é a Kia, detentora de praticamente metade de todos os importados registrados pela Abeiva.

Por Andrea Gomes

Fonte: Abeiva


O Brasil anda para frente. Ou para cima. Ao menos é o que indica a ABEIVA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores). Segundo a associação, no mês passado, as vendas de carros importados aumentaram 9,6%.

Há poucos meses atrás as vendas haviam despencado, mas agora cresce acentuadamente, como mostra o número de emplacamentos realizados no mês de julho: 8.377, totalizando 28 marcas de fora do país comercializadas e adquiridas pelo consumidor interno.

Esses números deixam o presidente da associação satisfeito e esperançoso. Para José Luiz Gandini as vendas irão superar as expectativas iniciais para este ano.

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Por Victor Gonçalves





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