Após o término do benefício redutor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, o segmento de veículos automotores começou a registrar queda de emplacamentos já em abril, de acordo com informações divulgadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nas últimas semanas.

Os carros importados, embora em menor número de vendas, também sentiu os efeitos do término da redução do IPI. Segundo Luiz Gandini, presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automores (Abeiva), pondera que a queda de 13,98% em abril ante março já era aguardada, embora se configure menor em relação à diminuição de 22,3% assinalada no mercado em sua totalidade.

Gandini avalia, também, conforme reportagem confeccionada pelo portal de notícias G1, que a alta procura por automóveis importados, em março, acabou por prejudicar a comercialização de várias unidades em abril, provocando a redução dos estoques. Além disso, relata, há dificuldades entre o momento em que o cliente compra um carro e a entrega pela concessionária, processo que demora, aproximadamente e em média, quatro meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


Com o aumento no valor dos veículos importados dos Estados Unidos, a venda aqui no Brasil deve ser atingida em três meses, conforme a Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores).

Esse aumento na alíquota vai de 35% para 50%, aumento este autorizado pela OMC (Organização Mundial do Comércio.

O receio das montadoras agora é do cancelamento das encomendas já feitas por causa do aumento que agora mantém os valores bem acima da média. Mas, de acordo com o PROCON –SP, os valores para os pedidos já realizados devem ser os mesmos, quando o cliente  já fez o pedido.

Quem mais perde com essa elevação de preços é o consumidor que foi pego de surpresa mas irá ter que pagar mais caro por um importado.

Por José Alberi Fortes Junior





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