O setor de automóveis foi um dos que melhor conquistou resultados expressivos devido à exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tanto que a comercialização de carros bateu recordes históricos nos últimos dias de vigência do estímulo. A partir de 1º de abril – e até antes –, porém, envolvidos no segmento passaram a estimar baixa nas vendas.

Cledorvino Belini, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), acredita que as vendas de veículos pelo Brasil deverão reunir, aproximadamente, 280 mil unidades em abril. Em artigo confeccionado pelo portal de economia do Estadão, o líder acredita que foram vendidos cerca de 13,7 mil carros por dia, em abril, abaixo dos 15,3 mil comercializados, diariamente, no terceiro mês deste ano.

Para o transcorrer de 2010, a Anfavea ainda não estimou dados. Pelo andar da carruagem, em 2011 haverá índices negativos em virtude da alta base comparativa conquistada no primeiro trimestre deste ano.

Fonte: Portal de Economia do Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com o aumento no valor dos veículos importados dos Estados Unidos, a venda aqui no Brasil deve ser atingida em três meses, conforme a Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores).

Esse aumento na alíquota vai de 35% para 50%, aumento este autorizado pela OMC (Organização Mundial do Comércio.

O receio das montadoras agora é do cancelamento das encomendas já feitas por causa do aumento que agora mantém os valores bem acima da média. Mas, de acordo com o PROCON –SP, os valores para os pedidos já realizados devem ser os mesmos, quando o cliente  já fez o pedido.

Quem mais perde com essa elevação de preços é o consumidor que foi pego de surpresa mas irá ter que pagar mais caro por um importado.

Por José Alberi Fortes Junior





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